Fundação ReViVer

The Universe Has A Way Jesus Christ

The Universe Has A Way Jesus Christ
O Universo Tem Jeito Jesus Cristo Slogan da Campanha Mundial da Fraternidade 2012

The Universe Has A Way Jesus Christ

The Universe Has A Way Jesus Christ
O Universo Tem Jeito Jesus Cristo - Slogan da Campanha Mundial da Fraternidade 2012/2013

Cristo Jesus Nosso Eterno Senhor

Cristo Jesus Nosso Eterno Senhor
Jesus Cristo Coroado Com Uma Coroa de Espinhos

Jesus The King Of Infinite Universe

Jesus The King Of Infinite Universe
Jesus O Rei do Universo Infinito - Slogan da Campanha Mundial da Fraternidade 2012/2013

Gênesis II - Give Glory The Lord

Jesus O Leão da Tribo de Judá

Jesus O Leão da Tribo de Judá

A Amazônia Projeto Reviver


 Projeto ReViver

A Amazônia A Maior Floresta Tropical do Planeta

* O Desmatamento da Amazônia *

* A Amazónia, os índios e eu: Malinche. *
*** Notícias & outras correspondências ***
Texto: Scott Wallace / Fotos: Alex Webb
No tempo em que você levará para ler esta reportagem,
uma área de floresta equivalente a 150 campos de futebol
terá desaparecido. As forças do mercado globalizado estão
invadindo a Amazônia, acelerando a destruição. Nas últimas
três décadas, contam-se às centenas as pessoas que morreram
em conflitos por terras; um número incontável de outras vive
sob o império do medo e da incerteza, com as vidas ameaçadas.
Nessa fronteira agrícola sem lei e dominada por armas,
motosserras e tratores, os funcionários e agentes do governo
podem ser corruptos e ineficazes ou então mal equipados e
desprovidos de recursos. Agora, produtores de soja estão se
juntando aos madeireiros e aos criadores de gado,
intensificando o desmatamento e fragmentando ainda mais a
imensa floresta tropical do Brasil.Ao longo dos últimos 40
anos, quase 20% da floresta amazônica foi derrubada – mais
que em todos os 450 anos anteriores de colonização do país.
Os cientistas temem que outros 20% das árvores sejam
eliminados nas próximas duas décadas. Será o início do
colapso ecológico da floresta. Intacta, a Amazônia responde
por metade de toda a chuva que cai na região, graças à
umidade que libera na atmosfera. Com o fim de parte dessas
precipitações devido ao desmatamento, podemos chegar a um
ponto em que as árvores remanescentes vão morrer por falta
de umidade. Se tal processo for intensificado pelo
aquecimento global, secas violentas irão abrir as portas
a incêndios capazes de consumir ainda mais a floresta.
Em 2005, uma dessas secas reduziu em até 15 metros o
nível dos rios e deixou isoladas centenas de comunidades.
Ao mesmo tempo, como as árvores estão sendo queimadas para
abrir novas áreas de cultivo nos estados do Pará, Mato
Grosso, Acre e Rondônia, o país tornou-se um dos maiores
emissores em todo o mundo de gases que contribuem para o
efeito estufa. Os sinais da tragédia já são visíveis por
toda a parte.Tudo, sempre, começa com a abertura de uma
estrada. Com exceção de um punhado de vias estaduais e
federais – entre as quais a Transamazônica, no sentido
leste-oeste, e a polêmica BR-163, a “rodovia da soja” que,
com seus 1 770 quilômetros, atravessa a Amazônia desde o
Mato Grosso até a cidade de Santarém, no Pará -, quase
todas as estradas da região são clandestinas. Há quase
170 mil quilômetros desses caminhos, em sua maioria abertos
sem autorização por madeireiros em busca de mogno e outras
madeiras nobres que alcançam altos preços no exterior.

No Brasil, as conseqüências da exploração da madeira quase sempre são mais danosas que a própria extração. Uma vez que as árvores são derrubadas e os madeireiros seguem adiante, as estradas proporcionam acesso a uma explosiva mistura de posseiros, especuladores, fazendeiros, lavradores e, invariavelmente, pistoleiros. Os açambarcadores de terras seguem até o interior da floresta, antes impenetrável, e ali devastam imensas áreas a fim de lhes dar uma aparência de propriedade legítima. A apropriação ilegal de terras – possibilitada por corrupção, táticas violentas e escrituras forjadas – é uma prática tão comum que tem um nome específico: grilagem. Tal nome deve-se ao fato de no passado os grileiros colocarem os falsos títulos de propriedade em uma gaveta onde grilos famintos roíam o papel, fazendo com que parecesse antigo. Ao auditorar registros de fazendas na Amazônia relativos aos três últimos anos, o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) cancelou cerca de 62 mil títulos por causa de indícios de fraude.
Em Guarantã do Norte, cidade de 32 mil habitantes na extremidade norte do trecho asfaltado da BR-163, no Mato Grosso, fica a sede regional do Ibama, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Contando com apenas alguns fiscais para monitorar um território que se estende por milhares de quilômetros quadrados, o responsável pelo escritório, Márcio da Costa, pouco pode fazer. Ele trabalha em uma sala improvisada atrás dos restos chamuscados da antiga sede, incendiada em 2004 por uma multidão furiosa com o fato de fiscais do Ibama e policiais terem desmantelado uma quadrilha de traficantes de madeira, fechando serrarias clandestinas e multando em milhões de dólares madeireiros na cidade vizinha de Alta Floresta. A investigação sobre o incêndio criminoso não conseguiu apontar sequer um suspeito.
*** Ver Matéria Completa em: ***
*** http://malinche.wordpress.com/



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